quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Yaman aumenta a eficiência da capacidade de TI do Banco Votorantim
Solução de inteligência operacional com Machine Learning e Bots para predição 
de infraestrutura de TI automatiza processo de Capacity Planning e torna a área estratégica para toda as operações de negócio

A Yaman, especializada em serviços e soluções de tecnologia para aumento da eficiência das áreas de TI e melhoria da experiência de uso das aplicações pelos clientes finais, implementa a sua nova plataforma de predição com tecnologia cognitiva de Machine Learning (ML), bots e analytics– Predictor – na área de Capacity Planning do Banco Votorantim. Em pouco mais de 12 meses de funcionamento, a solução aumentou a eficiência da área de capacidade de TI. Apenas em atividades de predição de reclaim de storage, a solução identificou arquivos alocados e o quanto realmente estavam em utilização, regenerando a capacidade de armazenamento dos servidores storage, contribuindo com redução de custos para a instituição.

Sobre a implementação da solução para inteligência operacional de TI, de acordo com o Head of IT Infrastructure do Banco Votorantim, Marcelo Maylinch, “a primeira mudança foi trabalhar o planejamento de capacidade de TI como uma das prioridades estratégicas junto aos demais setores de TI da instituição. Para isso, submetemos a área de Capacity Planning à gestão direta da Superintendência de TI”, destaca.

O executivo conta que o processo de planejamento de capacidade demandava vários profissionais alocados para a atividade, o que gerava um tempo maior para obter um posicionamento analítico para melhor tomada de decisões. “Da forma como a área atuava, havia muita complexidade e levava muito tempo para buscar e analisar a informação, devido aos grandes volumes de dados”, afirma Maylinch. “Considerando o momento em que as empresas vivem o desafio da transformação digital, com a busca de agilidade, melhor performance e eficiência de TI, sentimos a urgência de mudar esse cenário e modelo de trabalho. Para isso, buscamos o konw-how da Yaman e implementamos em parceria a plataforma Predictor para todo o suporte de Capacity Planning”, conta o executivo.

O desafio da Yaman durante processo de implementação foi coletar cerca de três anos de base história, transferir para a plataforma de predição e cruzar os dados, considerando a capacidade da infraestrutura de TI do Banco Votorantim.   “Por meio do ML da plataforma, calibramos o modelo ao nosso negócio e, atualmente, obtemos um posicionamento diário da capacidade de infraestrutura de TI, com visualização online de tudo o que está ocorrendo no ambiente de TI. Com o Predictor, temos a visão da saúde de TI e do negócio em tempo real. Reduzimos esforço com a eliminação do trabalho operacional de forma manual, para podermos nos dedicar a auxiliar o negócio do Banco Votorantim como um todo”, assinala Maylinch.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018


Orizon contrata solução da Inmetrics e melhora sua extração de dados em 10 vezes

Automatização dos testes de retirada, transformação e carregamento
dos dados de um sistema para outro trouxe eficiência ao processamento

A Orizon, empresa líder em soluções para conectar e simplificar o relacionamento entre operadoras de planos de saúde, prestadores (como médicos, laboratórios, farmácias) e usuários, tem como foco defender a saúde de mais de 12 milhões de pessoas, ligadas a 140 mil prestadores e a mais de 11 mil farmácias, controlando cerca de 150 milhões de transações por ano.

Com o desafio de migração de todo sistema de controle, era imprescindível a acurácia do processo. E para garantir que essa migração causasse o menor impacto possível (por exemplo, um erro poderia levar a não autorização de uma cirurgia, colocando em risco a saúde de pacientes), a Orizon recorreu à Inmetrics para automatização de testes de um processo crucial nesse movimento que é migração de novos Jobs ETL (do inglês Extract, Transform, Load, que são ferramentas de extração, transformação e carregamento de dados de um sistema para outro).

Com esse cenário, após avaliação inicial e sabendo da extrema importância de acelerar a implantação dos Jobs ETL em prol do benefício de milhões de pacientes, o time Inmetrics identificou que, aplicando a metodologia de testes ágeis, a migração seria mais rápida e mais eficiente.

Como resultado, a migração de novos Jobs ETL caiu de dois meses para 4 dias, o que significa, 10 vezes mais eficiência na migração. Essa velocidade de execução permitiu que mais testes fossem feitos, aumentando ainda mais a assertividade de todo o processo da migração.

“A parceria com a Inmetrics no projeto de Migração de Jobs ETL ajudou a alavancar as práticas de DevOps implantadas na Orizon, fomentando a cultura ágil com colaboração e automação de testes, entregando valor mais rápido para nosso cliente e melhorando o clima da equipe com o aumento de produtividade e melhores resultados. Vantagens como essas contribuem diretamente para o sucesso da companhia em um mercado cada vez mais digital”, avalia Leandro M. Gomes, Superintendente de Desenvolvimento de Sistemas.

Um em cada 4 usuários de planos de saúde privados no Brasil são beneficiados pela Orizon, empresa líder em soluções para conectar o relacionamento entre operadoras, prestadores e usuários. São milhares de informações processadas em tempo recorde, em menos de um segundo, desde autorizações para simples atendimento ou cirurgia até conciliação de faturas e pagamentos.

Mais do que o escopo inicial da migração de solução de uma ferramenta já em produção para uma nova, a Inmetrics entendeu que, além de fazer a migração com mais segurança, implantar a metodologia ágil no desenvolvimento do trabalho seria fundamental para trazer ganhos ainda mais robustos para a Orizon e, consequentemente, para seus clientes.

A primeira entrega do projeto no modelo praticado pela Orizon, o waterfall, cujos testes são realizados já com o software desenvolvido, levou dois meses para migração de quatro Jobs.

Foi nessa etapa que a Inmetrics propôs trocar o waterfall pela metodologia ágil para acelerar o processo e garantir uma migração mais rápida. “Sabíamos que poderíamos entregar mais empregando técnicas ágeis e utilizando o mesmo time. Apesar de o contrato estipular testes automatizados, colocamos em prática o mindset ágil. Os ganhos foram crescentes e a própria gerência da Orizon formalizou o documento para que o projeto se tornasse ágil de verdade”, explica Adilson Ferreira, especialista Inmetrics.

Por meio de soluções de teste open source (Java, SQL, Cucumber), a segunda entrega de Jobs foi feita em 24 dias e a terceira, em 4 dias. Com essa metodologia, a Inmetrics chegou a atingir o resultado de 1 Job por dia para migração.

Todo o processo de migração foi realizado em  conjunto com a Inmetrics e diversas frentes do time da Orizon, além de fornecedores de desenvolvimento e de arquitetura, que assimilaram o mindset ágil para entregas com mais sinergia e parceria, onde  a Inmetrics foi responsável pela transformação na própria cultura de trabalho da companhia.

Diante desse resultado, a Inmetrics foi chamada para implantar a automatização de testes ágeis com foco nas aplicações que a Orizon possui, possibilitando à empresa reforçar ainda mais seus valores de gerar mais eficiência para serviços de saúde, seguros e benefícios.


Tree Solutions aposta na região Sul
Ação da Tree Solution inclui nova sede, ampliação do quadro de funcionários e
do acordo com a Universidade Estadual de Londrina 

A Tree Solution – líder em soluções de Câmbio, Comércio Exterior e Offshore Banking, anuncia a ampliação de sua atuação na região Sul, com a inauguração de um novo escritório em Londrina e aumento do quadro de funcionários, passando de oito para 18 pessoas.

“Essa filial passa a ser também umhot site backup da matriz, com link de voz dedicados e dados sincronizados online, garantindo maior disponibilidade dos nossos sistemas para os clientes. Também estamos contratando desenvolvedores Java, temos cinco vagas para essa função”, explica Odilon Costa, CEO e presidente da Tree Solution.

O executivo afirma que a meta é atingir um aumento de até 30% no faturamento da empresa no final de 2019 com a ampliação da operação no Sul.

Desde 2016 a Tree investe na região, quando abriu a filial e firmou acordo com a
Universidade Estadual de Londrina (UEL). Agora os alunos da universidade vão participar da integração do front end com o back end nos projetos de pesquisa, com o apoio do time da Tree. “Eles terão um espaço na unidade para consolidar as pesquisas acadêmicas, que se tornarão produtos para o mercado corporativo”, diz Costa.

O principal foco da unidade de Londrina é oferecer soluções inovadoras por meio da Fábrica de Software, Fábrica de testes e Fábrica de Projetos para customizações e outras demandas dos clientes.

“As fábricas estão todas nessa filial, com suporte às diversas modalidades de desenvolvimento, ÁGIL, RUP, Estruturada, entre outras. Nossas soluções estão disponíveis na nuvem, eliminado a necessidade de investimentos em infraestrutura”, afirma o CEO.

Desde julho do ano passado, a Tree Solution também mantém um acordo estratégico na região com a Softpar,que atua no desenvolvimento de software para o mercado financeiro há quase 40 anos a partir de Curitiba.
As companhias oferecem soluções da parceira em complemento ao portfólio de cada uma, tudo na nuvem na modalidade de serviço para o segmento financeiro.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018


Taking faz aporte de R$ 5 milhões 
na Pax Tecnologia

Expectativa da empresa é crescer até 40% no mercado de Consultoria de Negócios, Tecnologia da Informação e Digital até 2020

Como parte de sua estratégia de crescimento, a Taking (consultoria e integradora de soluções especializadas em gerenciamento tático, Consultoria de Negócios, Tecnologia da Informação e Digital) anuncia um aporte de R$ 5 milhões na integradora Pax Tecnologia para a formação de uma joint venture.

De acordo Marco Romero, VP Comercial da Taking, o objetivo é oferecer a excelência no atendimentos dos times das duas empresas, levando ao mercado as expertises de alto nível das equipes técnicas que são multidisciplinares.

“A Pax Tecnologia é uma das poucas empresas que entrega os serviços com qualidade e no prazo que se propõe, com alta capacitação técnica. Já temos uma longa parceria e ambos prezamos pela qualidade dos projetos. Por isso adquirimos 21% da empresa”, afirma Romero. 
Atualmente a Pax tem uma equipe de sustentação 24x7, que busca constantemente a excelência em diversas tecnologias, entre elas: Oracle, Microsoft, IBM e inovadoras como: Kubernets, Banco de dados NoSQL (MongoDB, ElasticSearch, Redis), Micro Serviços e servidores de aplicação OpenSource, entre outras. A companhia está sob o comando de Cassius Franco desde seu nascimento, em 2005.

Com expectativa de crescer 40% até 2020 por meio da joint venture, a Taking planeja expandir, ao longo do próximo ano, sua atuação nacional. No mês passado, já começou essa estratégia com uma nova operação em Salvador para atender todo o Nordeste.

“Temos mais de 50 clientes de vários setores da economia e mais de 320 colaboradores, quadro que será expandido. Atualmente, estamos posicionados como uma empresa de gerenciamento tático especializada em Consultoria de Negócios, Tecnologia da Informação e Digital”, revela o VP.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Diretoria do Grupo Bridge

GRUPO BRIDGE é premiado com o selo municipal de Direitos Humanos e Diversidade da Prefeitura de São Paulo

  A iniciativa Bridge 36,5º, frente social do Grupo, deu origem a conquista

O Grupo Bridge, empresa especializada em soluções para desenvolvimento humano, que há mais de 20 anos, atende empresas no Brasil e América Latina, recebeu no último dia 05 de novembro da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania o ‘Selo de Direitos Humanos e Diversidade’ para iniciativas de organizações relacionadas a projetos de inclusão. A conquista do selo foi entregue ao Grupo Bridge devido à frente de responsabilidade social do Grupo, a Bridge 36,5º (Bridge Trinta e Seis e Meio). “É um reconhecimento gratificante a toda equipe do Grupo Bridge, que trabalha com amor, dedicação e muita seriedade para levar o que temos de melhor a cada uma das instituições que atendem a causas tão nobres como apoio a crianças, adolescentes, imigrantes, animais em situação de abandono ou maus tratos”, comenta Jorge Barros, Gerente de Marketing e de Responsabilidade Social do Grupo Bridge.

O programa do Selo de Direitos Humanos e Diversidade foi lançado há pouco mais de um ano para destacar iniciativas de inclusão e promoção da diversidade no ambiente de trabalho.  As categorias do selo são: Crianças e Adolescentes; Igualdade Racial; Imigrantes; Juventude; LGBTI; Mulheres; Pessoa Idosa; Pessoas com Deficiência; Pessoas Privadas de Liberdade e Egressas do Sistema Prisional; e Pessoas em Situação de Rua. O Grupo Bridge foi classificado na categoria ‘Criança’ e, dentre outros projetos, desde 2012, atende causas e organizações não governamentais de apoio à criança, jovem e adolescente. As organizações que tiveram os projetos selecionados irão compor uma rede de acompanhamento para trocas de conhecimento e experiências entre si.

O Grupo Bridge, que presta serviços de desenvolvimento humano a grandes empresas através da Bridge (consultoria empresarial do Grupo), leva também seu serviço de consultoria, com o mesmo padrão de qualidade e gratuitamente a ONGs e OSCs. Estes programas de desenvolvimento humano têm foco nos líderes organizacionais e contribuem para aprimorar as principais competências de liderança e gestão de pessoas, gerando uma melhoria de clima, aumento do engajamento e produtividade de todos os colaboradores tanto da organização. Os programas ajudam a desenvolver e aprimorar, por exemplo, a capacidade de se comunicar com as equipes, de inspirar e influenciar pessoas, de dar diretrizes claras, contribuir para a cultura da organização, fortalecer os papéis de cada um e tudo aquilo que fará com que a energia e esforços de todos os envolvidos estejam canalizados para o lugar certo.

A escolha das organizações certificadas foi feita por uma comissão coordenada pela Secretaria Municipal dos Direitos Humanos e Cidadania e composta pelas coordenações da secretaria, integrantes convidados de outras secretarias municipais, instituições de educação e pesquisa, entidades da sociedade civil e de movimentos sociais.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018



Taking contrata Reinaldo Nogueira como Diretor Executivo da nova área de Transformação Digital


Professor de MBA da ESPM, BSP SCHOOL, SENAC, FIA/USP e PUC-RS quer conduzir as empresas nessa jornada disruptiva para o mundo digital


A Taking – consultoria e integradora de soluções especializadas em gerenciamento tático, Consultoria de Negócios, Tecnologia da Informação e Digital –, anuncia ao mercado a contratação do professor de MBA da ESPM, BSP SCHOOL, SENAC, FIA/USP e PUC-RS Reinaldo Nogueira como novo diretor executivo da sua nova área de Transformação Digital.

“Para que aconteça um processo de Transformação Digital é necessária uma mudança na cultura da empresa (Change Management), começando com o comprometimento da liderança, atenção aos profissionais, investimento em treinamento, monitoramento constante e acompanhamento das inovações no mercado”, avalia Nogueira.

O principal diferencial da Taking será mostrar ao cliente como ele pode extrair todo o potencial das ferramentas que ele já possui instaladas, mas, em geral, não utiliza ao máximo.

“Vamos direcionar as empresas para a transformação digital usando suas ferramentas em uso, fazendo o alinhamento com as áreas de negócios e a estratégia da empresa, com o objetivo de orientar como essas soluções são realmente estratégicas para que a empresa passe a ser disruptiva no mundo digital”, afirma o executivo.

A Taking recomenda que o gestor tenha em mente esses QUATRO temas ao contratar um projeto de transformação digital:

1. Isso é só para empresas de TI
Qualquer empresa (não importa de que segmento, tamanho ou faturamento) pode se beneficiar ao desenvolver uma cultura que privilegia o digital;

2. O único foco é a experiência do cliente
Claro que isso realmente importa, mas não basta, porque a transformação digital é um processo que precisa estar espalhado por toda a empresa, então naturalmente não se resume apenas à experiência do cliente;

3. A mudança vem de pequenas iniciativas
Em teoria poderia ser, mas na real a transformação precisa vir do topo. Porque uma mudança tão grande precisa da iniciativa dos líderes em desenvolver programas claros de mudança e implementá-los efetivamente.

4. A TI vai realizar a transformação
Hoje é preciso que a TI esteja alinhada às áreas de negócios, por isso, precisa haver uma aproximação entre os gestores e quem vai colocar a tecnologia para funcionar. O setor de TI é apenas um dos envolvidos na transformação digital de qualquer empresa, porque a responsabilidade é de todos os departamentos que sofrerão as mudanças.

Conheça o professor Reinaldo Nogueira:
Mestre em Engenharia de Produção com ênfase em aplicação de Tecnologia da Informação. Possui experiência como executivo em empresas nacionais e globais, tendo atuado nas áreas de Tecnologia, Inovação e Projetos; na Oracle do Brasil, Pepsico do Brasil, Google, B2W e Editora Abril, além de atuação direta em projetos para empresas de Varejo e Manufatura.

Atualmente dirige o Grupo de Usuários de Aplicativos Oracle do Brasil e atua em empresas nacionais e globais como: Vivo, Cia Nitro Química, Basf Agropecuária, Basf Suvinil, Casas Pernambucanas, entre outras.
No segmento acadêmico, além da formação em Mestrado, possui pós- graduação e especialização em Governança Corporativa, Gestão de Projetos entre outros cursos no segmento de Tecnologia.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Inmetrics indica 5 ações em TI para que 
a Black Friday seja um sucesso

Crescimento esperado este ano é de 15% em relação ao faturamento de 
R$ 2,1 bilhões gerado nas lojas virtuais de todo o país em 2017

Segundo dados do E-bit, a Black Friday, que este ano acontecerá no dia 23 de novembro, promete crescer 15% em cima do faturamento de R$ 2,1 bilhões gerado nas lojas virtuais do todo o país.

Esse número foi o resultado de uma movimentação 15 vezes maior nas lojas virtuais do que em um dia comum. E nesse cenário, cada segundo conta, contra ou a favor.Um estudo do Google apontaque sites que ficam fora do ar na Black Friday causam prejuízo de R$ 1,5 milhão por hora. No ano passado,cerca de 370 mil pessoas compraram on-line neste dia.

“Não são só os e-commerces que devem se preparar para a Black Friday, mas também os meios de pagamento, bancos, bandeiras e benefícios devem estar com seus ambientes prontos para o grande dia”, afirma Oscar Nogueira Neto (foto acima), CTO (Chief Technology Officer) da Inmetrics – empresa de otimização de plataformas digitais e também especialista no ecossistema de negócio da Black Friday.
Segundo o executivo, é necessário ser feito um trabalho de planejamento de capacidade prévia para garantir que a plataforma atual suporte, no mínimo, a quantidade de visitantes do ano passado mais o crescimento esperado pelo time de marketing.
“Oferecer aos clientes dos nossos clientes a melhor experiência de compra para obter resultados incríveis. Esse é o objetivo da Inmetrics, que deixa as aplicações prontas para o grande dia, utilizando serviços de teste de estresse, gerenciamento de serviços na nuvem, avaliação de desempenho com visualização dos indicadores de negócio, tudo em tempo real”, ressalta o CTO.
A Inmetrics indica cinco ações de TI fundamentais para que todo o ecossistema que envolve a Black Friday tenha sucesso:
Realize testes de estresse e avaliações de desempenho constantemente:
Faça teste de estresse nas aplicações e realize avaliações periodicamente, afinal, mudanças nas aplicações podem ser feitas, seja na implementação de novos recursos ou na alteração de funcionalidades, explica Luciano Neucamp, Tech Lead na Inmetrics.
Tenha uma infraestrutura escalável:
É preciso ter uma infraestrutura que seja escalável automaticamente, sob demanda ou dimensionada previamente para atender o volume de transações, explica o CTO da Inmetrics. “Esse autoscale pode ser conseguido tanto em arquiteturas on cloud quanto onpremises.”
Garanta a distribuição do tráfego e evite sobrecarga nos servidores com o balanceamento de carga:
Isso é possível com o uso de CDN (Content Delivery Network) para conteúdos estáticos. Criar uma aplicação leve com baixo footprint. Além de trabalhar com uma arquitetura de serviços, onde o payload é menor (mobile apps e PWA).
Tenha uma equipe de suporte em tempo integral no dia 23 de novembro:
“Acompanhamento 24x7 é sempre recomendado”, afirma Nogueira, especialmente para lidar com problemas de infraestrutura física, como links de telecom que podem ficar sobrecarregados; desabilitar rotinas que possam estar concorrendo com o acesso dos usuários e forçar o roteamento de transações entre os diferentes datacenters.
Adote o “freezing” em sua plataforma na semana que antecede a Black Friday:
Congelar (freeze) todas as mudanças é essencial, uma vez que cada nova adaptação requer uma nova bateria de testes e correções. Isso pode colocar em risco a disponibilidade da aplicação.