quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Ano de Copa do Mundo, como o futebol pode ajudar as crianças na escola?


Não é segredo que a criançada ama futebol e quase todos eles sonham
em ser um grande jogador. O desafio é aproveitar essa paixão para
dentro das salas de aula, inclusive nas aulas de matemática!
Certa vez, ouvi um professor dizendo que o Brasileiro está no Século XXI mas, que
nossas escolas ainda estão presas ao Século XIX, defasadas em técnicas de ensino e
conteúdo que desperta pouco interesse dos alunos.

De fato, a sociedade mudou muito de meados dos anos 1800 até os dias atuais.
Passamos por duas Revoluções Industriais, pelo fim da escravidão, o Brasil deixou de
ser uma monarquia e transformou-se em República; tivemos ainda, o Estado Novo, os
anos de chumbo da ditadura militar, a volta do processo democrático e das liberdades
individuais mas, a escola continua presa aos moldes de dois séculos atrás.

O formato das aulas – cansativamente expositivas, sem participação ativa do aluno
que, é meramente tido como um receptor-passivo; pouco despertam interesse e
frequentemente tem sua atenção voltada para atividades paralelas (em geral
brincadeiras) e por muitas vezes cessa o equilíbrio da sala de aula, exigindo do
professor a interrupção da aula até voltar a ter o controle sobre a classe. E aí, o tempo
de aula que já é curto (40 minutos), pode cair para apenas 20, dependendo de cada
caso.

É preciso que a escola atualize seu modo de ensinar (também das matérias) para ir
além de criar interesse em sala de aula mas, engajamento entre os estudantes e o
conteúdo. Mas, como isso pode ser feito?

Uma abordagem que surte muitos resultados é a chamada “gameficação” (do termo
em inglês gamefication, que quer dizer inserir o conteúdo de jogo em atividades
cotidianas), que desperta maior interesse e envolve a todos pela motivação de
participar ativamente.

Robi – Robô Infantil, que tem sido uma ferramenta de suporte à sala de aula eficiente no aprendizado
dos alunos do ensino infantil e fundamental. Foto: Divulgação.
Indo neste propósito de tornar as aulas mais divertidas e proveitosas, uma startup
dedicada ao desenvolvimento de jogos educativos, a Roblocks, tem se destacado nas
escolas infantis e de ensino fundamental através da plataforma Robi (acrônimo para
Robô Infantil). O Robi, é um simpático robô que é programado pela criança para
cumprir determinadas “missões” e estas missões estão diretamente vinculadas ao
conteúdo ensinado em aula.

“Um dos propósitos do Robi, é o de tornar as aulas mais interessantes e fazer com que
os alunos retenham até 90% do conteúdo ensinado porque se motivaram e
participaram ativamente da atividade”, destaca o neuropsicopedagogo Wilson Bueno
que é o criador da solução.

Usando o Futebol Como Estímulo

Este ano, além dos habituais torneios estaduais, Brasileirão e Libertadores, teremos a
Copa do Mundo Fifa na Rússia. E o selecionado brasileiro estará em campo, com seus
ícones mundialmente conhecidos e tudo isso aguça ainda mais o interesse das crianças
pelo tema futebol.

Pensando nisso, a Roblocks desenvolveu um interessante estratagema para a sala de
aula. Aproveitando toda essa vontade pelo esporte, a Roblocks criou um tapete lúdico
da temática futebolística para ser jogado com dois robôs programáveis entre 8
crianças (4 em cada time), orientadas por um professor.

A dinâmica do jogo é que o robô tem de tocar a bola e conduzi-la em direção ao gol.
Ganha a partida quem marcar o maior número de gols. Até aí, não há nenhuma
novidade mas, a graça está na condição de que cada jogador só pode realizar o
movimento após responder corretamente à pergunta do professor! E aí, a situação
muda de figura.

Os alunos desejam controlar o robô e querem ganhar a disputa do jogo mas, para isso,
devem resolver problemas matemáticos e acertar. “O envolvimento do time é total!
Todos ajudam na resolução do problema em uma verdadeira esfera de
colaboracionismo, enquanto o outro time (que aguarda sua vez) analisa atentamente e
discute entre si a resolução do exercício, antecipando para si o resultado caso eles
errem e eles vão até o quadro.” – explica Wilson.

Errar a resposta, significa perder a vez no jogo e dar duas chances de sucesso ao grupo
adversário, o que não é admitido por ninguém. E nessa atmosfera de gincana do
conhecimento, fazendo uso de um recurso tecnológico que trabalha as funções
executivas cerebrais, além da resolução do problema, desenvolvem-se aprimoramento
de habilidades de raciocínio, lógica computacional, pensamento crítico, dentre outros
aspectos importantes para o desenvolvimento da criança.

A estratégia da gameficação em sala de aula tem sido uma estratégia pedagógica
adotada por inúmeros colégios da Região Metropolitana de Campinas, colecionando
importantes resultados no desenvolvimento e rendimento escolar dos alunos do
ensino infantil e fundamental.

“Está na hora das escolas entrarem definitivamente no Século XXI e integrarem a
tecnologia como ferramenta ativa no desenvolvimento educacional.” – finaliza.

Sobre a RoblocksA Roblocks é uma startup de tecnologia, localizada em Americana-SP (RMC),
desenvolvedora de jogos educacionais e tecnologia assistiva. Congressista da Campus
Party em 3 edições, é a criadora da Robótica Infantil e Robótica Inclusiva.
Wilson Bueno é neuropsicopedagogo, analista de sistemas e especialista em robótica.
Fundou a Roblocks em 2015 e lançou-a comercialmente em abril de 2017, tendo
coletado diversos casos de sucesso no uso do Robi em escolas de educação infantil,
APAEs, colégios e consultórios de psicologia, psicopedagogia, neuropsicopedagogia,
pedagogia, fonoaudiologia e terapia ocupacional.
www.roblocks.com.br

Projeto Difusão chega em sua 23ª Edição


Com o apoio do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura, o
Projeto Difusão chega em sua 23ª Edição, que ocorrerá no próximo dia 01 de
março, à partir das 21h, no Jai Club, Rua Vergueiro 2676, trazendo bandas
autorais de diversos estilos como forró, rock, reggae, hip hop etc.

As bandas participantes serão Aloha Session, Tripper, com o convidado
especial PH Moraes e Projeto Acaso. Na abertura, intervalos e fechamento do
festival, o público irá curtir a discotecagem do DJ Andi Vannelli, tocando os
maiores sucessos, de todos os tempos.

Os ingressos custam R$ 20,00 inteira ou R$ 10,00 meia entrada, para quem
levar um quilo de alimento não perecível. Quem chegar antes das 22h, terá
entrada vip. Todos os alimentos arrecadados serão doados para instituições de
caridade.

▽ ENTRADA SOMENTE COM DOCUMENTO ORIGINAL.

▽ PROIBIDA ENTRADA DE MENORES DE 18 ANOS.

Mais informações pela página do evento em
www.facebook.com/events/183863122220040/

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Você sabe o que é endometriose?

Ela prejudica a fertilidade e dificulta a gravidez e um novo
estudo demonstra que há um maior risco de complicações 
A endometriose é uma doença caracterizada pela presença de uma textura semelhante a do endométrio (tecido que reveste internamente o útero) fora da cavidade uterina. Acomete principalmente órgãos pélvicos, como ovários, trompas, intestino, parede do útero, bexiga, peritônio, vagina e colo. Estima-se que atinja de 7% a 14% das mulheres em idade reprodutiva, sendo uma das principais causas de dor pélvica. Apesar de ser uma doença benigna, tem alta morbidade, pois o quadro, doloroso, pode ser às vezes incapacitante, o que leva em muitos casos a intenso desgaste físico e mental, com grande comprometimento da qualidade de vida, tanto no aspecto profissional quanto emocional e afetivo.
Além do quadro doloroso, pode levar, por diferentes mecanismos, à infertilidade, chegando a estar presente em cerca de 25% a 50% das mulheres inférteis. Mesmo com técnicas de reprodução assistida, pacientes com endometriose têm menor taxa de gravidez do que as que não apresentam a doença.  O tratamento da endometriose pode levar a importante melhora do quadro doloroso, qualidade de vida e fertilidade. Há várias opções de tratamento clínico e cirúrgico e a escolha da melhor opção sempre foi muito controversa, devendo ser individualizado caso a caso.   
Endometriose e Dor
Quando a paciente não deseja engravidar, um dos maiores objetivos do tratamento da endometriose é melhorar a qualidade de vida, uma vez que a doença está associada a muita dor, algumas vezes, incapacitante. A cirurgia sempre foi considerada o padrão ouro para tratamento da dor associada à endometriose. Entretanto, considerando que os tratamentos clínicos evoluíram muito, a tendência atual é iniciar com o tratamento clínico e, se não houver melhora, optar pelo tratamento cirúrgico.
Quando se opta pela cirurgia, essa deve ser muito resolutiva e eficaz, evitando que novas intervenções necessitem ser feitas no futuro. O sucesso do procedimento depende da ressecção completa das lesões, o que nem sempre é fácil, dependendo muito da experiência do cirurgião. Assim, um ponto muito enfatizado é a necessidade da cirurgia de endometriose ser feita somente por especialistas nesse tipo de procedimento, diminuindo os riscos de complicação, de tratamento incompleto ou ressecções maiores que as necessárias. Essa preocupação é maior se a endometriose for no ovário. Nesses casos, mesmo com cirurgiões experientes, pode haver prejuízo da reserva ovariana e deve-se ter muita cautela em indicar a cirurgia.
Em termos de eficácia, estudos mostram que pacientes sintomáticas têm uma melhora mais rápida com tratamento cirúrgico do que com tratamento clínico. Mas, em longo prazo, a taxa de sucesso é semelhante. Assim, ainda não é consenso qual deve ser a abordagem inicial.
Entre as principais indicações de se iniciar com tratamento clínico, estão:
- Pacientes muito jovens: iniciar com tratamento clínico pode ser uma boa opção para adiar a cirurgia e evitar repetidas intervenções. Alguns autores questionam essa postura, pois seria mais fácil operar uma paciente quando a endometriose está inicial, além de evitar mais sequelas com o avanço da endometriose. Como novos tratamentos clínicos vêm sendo mais eficazes, esses pontos ainda são controversos.
- Situações com risco cirúrgico elevado como pacientes com múltiplas cirurgias abdominais prévias, patologias clínicas que elevem risco cirúrgico, antecedentes de processos inflamatórios pélvicos etc.
Já para pacientes muito sintomáticas ou que não melhoraram com tratamento clínico a cirurgia tem boa indicação.
Endometriose e infertilidade
Já está estabelecido que a endometriose prejudica a fertilidade. Isso se deve a alterações anatômicas na pelve (às vezes com grande distorção da anatomia), o processo inflamatório provocado (prejudicial ao óvulo e espermatozóide, diminuindo as taxas de fertilização), resistência dos ovários (que necessitam de mais medicação para estimulá-los e produzem menos óvulos), além de alterações endometriais, que prejudicam a implantação (por exemplo, secreção de algumas interleucinas, como LIF – leukemia innibitory factor).
A endometriose está presente em 25% a 50% das mulheres inférteis, e sua ocorrência afeta os resultados gestacionais mesmo com técnicas de reprodução assistida. Quando a queixa é somente infertilidade, não existe consenso em qual a melhor abordagem inicial, sendo os estudos controversos. Entretanto, existem algumas tendências que devemos seguir, baseados no que há na literatura médica, opinião de especialistas e nossa experiência.
Há certo consenso que pacientes nas quais a endometriose é o único problema que afeta a fertilidade, não tendo outras causas, como fator masculino, idade avançada, baixa reserva ovariana e alterações de trompas, vão se beneficiar da cirurgia em termos de obter gravidez espontânea ou com técnicas de baixa complexidade (indução da ovulação ou inseminação intrauterina). Tratar clinicamente não parece ter muito benefício nestes casos, principalmente se a endometriose for mais avançada.
Já se a paciente vai ser submetida a técnicas de reprodução assistida de alta complexidade, ou seja, fertilização in vitro (FIV), em geral, opta-se por não operar, principalmente se a endometriose for no ovário, pelo risco de prejudicar a reserva ovariana. Nesses casos, recomenda-se tratamento clínico hormonal por três meses, antes da FIV, melhorando, assim, a chance de sucesso.
Com a FIV, temos resultados satisfatórios em termos de taxa de gravidez em pacientes com endometriose, mas essas taxas normalmente são inferiores a quem não tem a doença, principalmente nos casos mais avançados. Na hipótese de falha com a FIV, a cirurgia pode ser também uma opção para melhorar a chance de sucesso.
Endometriose e o risco de complicações obstétricas
Apesar de prejudicar a obtenção da gravidez, sempre se acreditou que a endometriose melhorava com a gravidez, que após ter sido conseguida, não apresentava riscos. Entretanto, uma recente revisão sistemática da literatura e meta-análise publicada pela revista internacional Fertility & Sterility, em outubro de 2017, demonstrou que a endometriose pode ser prejudicial à gravidez. Os pesquisadores avaliaram 24 estudos publicados, incluindo 1.924.114 mulheres, comparando os resultados obstétricos daquelas que tinham endometriose com outras sem a doença. Os autores demonstraram que pacientes com endometriose têm risco aumentado de aborto, placenta prévia, parto prematuro, sofrimento fetal e necessidade de cesária, se comparadas a mulheres sem endometriose.
As razões apontadas incluem o fato de que a endometriose causa um processo inflamatório intenso e as citocinas inflamatórias provocam alteração no miométrio (músculo da parede do útero), aumentando o risco de abortos, parto prematuro e alterações placentárias. Além disso, apesar de não ser frequente, a endometriose pode sangrar na gravidez causando hemorragias, assim como levar a perfuração da bexiga  ou intestino, quando acomete esses órgãos.
Conclusão
A endometriose pode não só levar à dor, como à piora da qualidade de vida e à infertilidade, mas também a maior risco obstétrico. A cirurgia para endometriose tem inúmeros benefícios. Pode ser útil no controle da dor, no aumento nas taxas de gravidez espontânea e, inclusive, nas taxas da FIV. Além disso, poderia diminuir o risco de aborto e complicações obstétricas.
Entretanto, com o avanço dos tratamentos clínicos, indicar a cirurgia merece cautela, pois muitas vezes ela é extremamente difícil e não é isenta de riscos. Deve sempre ser feita somente por quem tem muita experiência neste tipo de cirurgia e sua indicação deve ser muito bem pensada caso a caso, numa decisão em conjunto com a paciente.
*Arnaldo Schizzi Cambiaghi é diretor do Centro de reprodução humana do IPGO, ginecologista-obstetra especialista em medicina reprodutiva. Membro-titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Laparoscópica, da European Society of Human Reproductive Medicine. Formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa casa de São Paulo e pós-graduado pela AAGL, Illinois, EUA em Advance Laparoscopic Surgery.Também é autor de diversos livros na área médica como Fertilidade Natural, Grávida Feliz, Obstetra Feliz, Fertilização um ato de amor, e Os Tratamentos de Fertilização e As Religiões, Fertilidade e Alimentação, todos pela Editora LaVida Press e Manual da Gestante, pela Editora Madras. Criou também os sites: www.ipgo.com.br;www.fertilidadedohomem.com.br; www.fertilidadenatural.com.br, onde esclarece dúvidas e passa informações sobre a saúde feminina, especialmente sobre infertilidade. Apresenta seu trabalho em congressos no exterior, o que confere a ele um reconhecimento internacional.
*Rogério Leão é membro da equipe do IPGO e Médico Assistente na área de Ginecologia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM/ UNICAMP). Graduado pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).  Residente em Ginecologia e Obstetrícia, no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM/ UNICAMP). Especializado em Endoscopia Ginecológica, pelo Hospital Pérola Byington (São Paulo –SP) e em Infertilidade Conjugal, pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (São Paulo –SP). Mestre em Ciências Médicas pelo Departamento de Tocoginecologia da FCM / Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Especialista em Ginecologia e Obstetrícia – (TEGO n°0732 / 2004).

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018




Como a união entre Recursos Humanos e TI nos fez melhores

Com o uso de soluções de colaboração, mobilidade e Internet das Coisas, a área se tornou mais forte, inovadora e motivadora



Por Soraya Meszaros*

Foi em 2000, em uma grande empresa nacional, que iniciei minha carreira, como assistente de RH. Naquela época, a área de recursos humanos avançava fortemente para o conceito de desenvolvimento de colaboradores, deixando para trás a definição burocrata de departamento pessoal e direcionando seus esforços e olhares para as pessoas. Eu me lembro de que uma das maiores dificuldades era fazer com que as novas iniciativas chegassem aos colaboradores alocados em todo o Brasil.

Confesso que, olhando para trás, o desafio era maior do que eu julgava. Mas, 17 anos depois, a tecnologia torna palpável o que, antes, parecia impossível. Não só atuo como líder de RH, mas também exerço essa profissão em uma empresa de tecnologia da informação. Isso me faz sentir cada vez mais encantada com a realidade que a TI propicia à minha área, a partir do uso de soluções de colaboração, mobilidade e Internet das Coisas (Internet of Things,ou Iot), tornando-a mais forte, inovadora e motivadora.

A transformação é evidente não apenas na estratégia das corporações, mas também na gestão de pessoas. A mobilidade e a computação em nuvem permitem aos colaboradores trabalhar de maneira virtual, fornecendo às empresas o acesso às capacidades adequadas, onde quer que estejam.

A nova geração traz demandas que tornam a transformação digital um movimento essencial, rápido e dinâmico. O que, da perspectiva de RH, nos faz refletir sobre como receber e motivar um time que não consegue ficar offline. De acordo com estudo da Robert Half, em 2020, 20% dos colaboradores serão da geração Z - jovens que cresceram com a tecnologia, buscam equilíbrio entre vida pessoal e trabalho, são imediatistas, muito inteligentes e criativos.

A transformação da área do RH em uma função empresarial estratégica continua avançando de forma favorável e, assim, continuará durante os próximos anos. O processo implica em uma interação mais profunda e abrangente entre o CIO, o RH e as unidades de negócios, com o intuito de melhorar o desempenho e a análise da gestão de talentos com o uso estratégico da tecnologia.

Mas como é possível, afinal, transformar uma área humana com tecnologia? A resposta é: de diversas formas. É possível receber, gerir, inspirar e motivar o colaborador fazendo uso dessa gama de oportunidades, acompanhando e direcionando as equipes de maneira muito mais próxima. Por exemplo: soluções de IoT, que vêm sendo largamente aplicadas em ambientes hostis, facilitando a comunicação, aumentando a segurança e possibilitando melhorias na qualidade de vida no trabalho.  Além disso, a TI nos serve de meio para criar um vínculo de confiança e de transparência entre empresa e colaborador.

Sou apaixonada por RH e por tecnologia, é verdade. E tenho um bom motivo para isso: as ferramentas de colaboração me fizeram esquecer as barreiras que, um dia, foram um grande problema, uma limitação de nossa capacidade de mostrar aos colaboradores o quanto eles são importantes, mesmo que estejam longe. A comunicação e integração tornaram-se rápidas, fazendo com que o relacionamento seja cada vez mais transparente e eficiente.

A tecnologia não traz prejuízo algum à essência de Recursos Humanos. Pelo contrário, a combinação desses dois poderosos instrumentos vem transformando os atuais modelos de gestão, tornando-nos ainda mais próximos, ainda mais...humanos!

*Soraya Meszaros - Gerente de Recursos Humanos da 2S Inovações Tecnológicas

sábado, 20 de janeiro de 2018

Habitissímo é o elo entre oferta e
procura no setor de obras

O Habitissimo (https://www.habitissimo.com.br) é uma empresa espanhola com forte presença no Brasil e toda a América Latina. Ela atua como uma ponte entre oferta e procura no setor de obras, reformas e serviços domésticos. Funciona da seguinte maneira: o site publica de graça seu pedido de orçamento e abre a possibilidade que até quatro profissionais dessa área possam fazer contato. Na outra ponta, o Habitissimo auxilia os profissionais e empresas, a encontrar os clientes.
 
Há oito anos, o Habitissimo atua em todo país com o maior volume de negócios nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Bahia. As previsões são otimistas e o Habitissimo, que possui 180 mil profissionais registrados, pretende chegar aos 300 mil em 2018.

A página web brasileira já recebeu mais de 2 milhões de pedidos de orçamentos, com uma média de 50 mil pedidos por mês.
    
A empresa emprega 236 funcionários. Apesar de sua sede ser em Palma de Mallorca, capital das Ilhas Baleares, na Espanha, o Habitissimo-Brasil emprega 43 funcionários, sendo que 30 deles em Palma de Mallorca, 11 em Madrid, e 2 em Portugal. Além disso, 20 trabalhadores freelancers do Brasil prestam serviço e o número de contratados segue em constante crescente.

Confira alguns serviços e profissionais oferecidos pelo Habitissimo:

Construção, Reformas, Instalações, Mudanças, Limpeza, Manutenção entre outros.  A empresa oferece também profissionais como Eletricistas, encanadores, pedreiros, construtoras de grande porte, arquitetos, decoradores etc.


A doce beleza da confeitaria 2018
Clássicos ou artísticos, os bolos e doces são imprescindíveis,
para todas as festas

Já está mais do que provado que, todo alimento é desejado, em primeiro plano,
pela beleza que esbanja. Em seguida, o sabor deve ser autêntico e único, para
ganhar de vez, o coração de quem o degusta. Assim, a tarefa de conquistar os
corações dos clientes fica mais acirrada.

Os grandes profissionais da
confeitaria enfrentam uma maratona, para descobrirem novas receitas e
técnicas modernas, para que estas delícias se tornem exclusivas e encham os
olhos dos clientes. Alguns destes doces já caíram na preferência da maioria
das pessoas e prometem ser uma forte tendência, nas festas realizadas em
2018.

Karina Migliorini, confeiteira e Chef Pâtissier, nos trás algumas destas
tendências clássicas, que te deixarão com água na boca.

Os Macarons
Clássico francês, chega cada vez mais forte no Brasil. Sutil e delicado no
sabor, tem na sua essência, farinha de amêndoas e recheio com chocolates
nobres.

Brigadeiro Gourmet
O doce mais brasileiro de todos, já é presença indispensável, das festas
infantis, aos casamentos super refinados. Adaptado para um gosto mais
refinado, a margarina foi substituída pela manteiga, o achocolatado por
chocolates nobres e sabores super variados.

Bolo da vovó
Aquele bolinho com gostinho de infância, não sai de moda nunca, aliás está
super repaginado, com sabores contemporâneos. Porém, os mais pedidos
ainda são os mais simples, que lembram a casa da vovó.

Verrines
Sobremesas montadas em taças individuais, mostrando todas as camadas de
sabor. Para ter um ar mais elegante, a tendência é colocar a sobremesa em
taças, ficando mais delicada e bonita.

Naked Cake
Já há algum tempo, os naked cakes estão ganhando espaço, nas festas. Bolo
com camadas aparentes, continuará com força total nesse ano. Feito de massa
fofinha, recheios cremosos e aparência elegante.

A arte sobre a mesa
Com um ar mais clean e um toque vintage, o bolo alto retorna à cena das
grandes comemorações. Os bolos com vários andares, eram os queridinhos
das festas, há alguns anos, e ocupavam a maior parte da mesa. Em 2018, o
conceito reaparece, com novas técnicas, mais modernas, trabalhos
extremamente artísticos, pintados, porém, mantendo o toque tradicional,
vintage, que remete os convidados, às lembranças da infância.
Totalmente engajada nesta tendência artística, Dani Rollemberg, Chef
Pâtissier, do site Umbigo no Fogão, mostra alguns modelos de bolos, dos mais
desejados para esta temporada.

Karina Migliorini
Graduada em psicologia e pós graduada em psicologia organizacional, aos 37
anos de idade decidiu abandonar sua carreira de gerente de RH em uma
empresa com 2 mil funcionários em Porto Alegre. Apaixonada por gastronomia,
foi à São Paulo fazer novos cursos e se encantou pela confeitaria francesa,
onde se viu obrigada a seguir sua paixão. Largou tudo no Rio Grande do Sul
para morar em São Paulo por longos dois anos para se aperfeiçoar cada vez
mais.

Em 2015 participou da primeira temporada do programa “Que seja doce” do
canal GNT no episódio "Pimentas e Especiarias" em que ganhou o primeiro
lugar. Hoje Karina Migliorini ministra cursos por todo Brasil sobre confeitaria
francesa e brasileira, adotou uma linha de trabalho mais refinado, com
chocolates importados e pastas italianas. Seu carro chefe são os famosos
macarons: Doce francês confeccionado com farinha de amêndoas e recheado
de chocolate belga.

Dani Rollemberg

Carioca, formada em Psicologia, com Pós em organizacional, venceu um
câncer avassalador em 2003 e resolveu mudar de vida radicalmente, investindo
na felicidade. Cursou faculdade de Gastronomia em 2006 e após a conclusão,
começou a ministrar aulas de confeitaria americana. Descobri no mundo do
açúcar minha verdadeira vocação.

Dani encontrou sua real habilidade na confeitaria artística em 2013, quando abriu seu próprio atelier, onde atende a demanda de encomendas e realiza cursos no Rio de Janeiro. Neste momento,
foi para Inglaterra fazer cursos de especialização em confeitaria artística. Dani
Rollemberg ficou nacionalmente conhecida por ministrar cursos em todo Brasil
e também nos Estados Unidos (Sheridan/WY). Por duas vezes, foi capa da
mais famosa revista de bolos artísticos, a Cake Design, além de ter participado
de diversas outras publicações.





Prepare-se para arrasar no Carnaval
O método Afine-se tem os caminhos certos, para você ficar com o corpão dos
sonhos até a folia, ainda dá tempo!

Com o término das festas de final de ano, o brasileiro já começa a pensar no
feriado de Carnaval. E, para quem optou por viajar ou aproveitar os desfiles e
bailes da cidade, o dilema é o mesmo. Como preparar o corpo, nos poucos
dias que ainda restam? Será que dá tempo? Saiba que existem alguns
cuidados, que podem te ajudar a brincar tranquilo, sem consequências
desastrosas ao seu organismo e sem te fazer perder o foco, na dieta.

A equipe do método Afine-se, que tem como base o comportamento, a
alimentação balanceada, os exercícios físicos e a estética de cada cliente,
revela algumas dicas, para que os foliões aproveitem o feriadão, sem
comprometerem a sua saúde e arrasarem nos dias de carnaval.

A nutricionista Priscila Amadio explica que:
- É necessário hidratar o corpo, então, beba muita água. O cálculo é fácil: seu
peso x 30ml de água e saberá o total de líquidos por dia a ser consumido;
- Consuma chás de ervas naturais, pois aceleram o metabolismo, caso você
pretenda eliminar alguns quilos até lá;
- Faça refeições leves, para ter energia e evitar a sensação de indigestão;
- Nos dias de folia, não fique sem se alimentar. Faça um café da manhã
variado com ovos, frutas e cereais integrais, que darão energia para aguentar a
folia;
- Lembre-se que, bebida alcoólica é calórica e se acumulará no seu
metabolismo, ainda por alguns dias. Beba com moderação.
O comportamento de cada um, também fará diferença, durante todos os dias
de festejos. Mari de Chiara, enfermeira especialista em dermato funcional,
coach de emagrecimento e uma das responsáveis pelo método Afine-se,
detalha algumas atitudes, que ajudarão a enfrentar esta maratona:
- Faça um planejamento para todos os dias. Se antecipar, se preparar, para
alcançar um objetivo, te manterá no foco;
- Ter pensamentos e atitudes positivas, ajuda a não desistir da dieta, no meio
do caminho. Na hora da alimentação, é importante avaliar o cenário alimentar
que está a sua volta, optando sempre pelas escolhas mais saudáveis;
- Ter comprometimento consigo, demonstra o quanto o emagrecimento é
importante e o faz correr atrás do seu objetivo;
- O estresse e ansiedade são dois fatores que elevam bastante o descontrole
alimentar. Busque sempre alternativas para fugir deles.
Cuidar da estética, também é importante, para quem quer arrasar nestes dias.
- Aposte sempre no uso do protetor solar, ele previne o envelhecimento
precoce, como também o risco de manchas solares. Opte sempre por protetor
solar resistente ao suor;
- A drenagem linfática elimina toxinas e a retenção de líquidos. Quando
realizada de forma correta, promove bem estar, diminuição dos líquidos
acumulados, melhora do aspecto celulítico, deixando o corpo mais saudável e
afinado;
- Opte também por processo de destoxificação corporal, que ajuda na
eliminação de toxinas e radicais livres, promovendo bem estar e eliminação de
até 1,5kg na sessão, isso dependendo de cada caso;
- Hidrate-se sempre! O sol desidrata e com isso prejudica o funcionamento
fisiológico do nosso corpo, portanto, a água repõe os minerais e sais minerais
necessários, dando ao nosso corpo mais vida e bem estar;
- Utilize sempre um hidratante pós sol. A pele ressecada não é nada saudável,
podendo desencadear lesões e futuras disfunções como, manchas e flacidez
de pele.

Manter a forma, neste período de folia, não é fácil. Mas, ser radical, representa
risco à saúde e atrapalha a mudança do estilo de vida. A personal Vanessa
Lopes Salgado, ensina alguns passos, para que não se perca o foco.

- Trace uma mini meta até o carnaval. Quem nunca se exercitou, entenda que,
passará por etapas de adaptação, muito importantes. Irá do sedentário ao
iniciante, do iniciante ao intermediário e do intermediário, para o avançado;
- Agende o horário do treino, para a parte da manhã. Desta forma, você não
burlará seu treino;
- Inclua exercícios aeróbicos, associados à musculação. Esta dupla irá te
ajudar a eliminar as gordurinhas e melhorar o condicionamento. Os HIITS são
ideais, no momento;
- Varie sempre os exercícios, para que seu organismo não se acostume e
melhore os resultados;
- Não tenha pressa para terminar e nem mesmo para obter o resultado. Não
desistir do desafio e manter a rotina trará melhorias na saúde, na forma física e
no bem estar diário.